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terça-feira, 6 de abril de 2021

Audiolivros de Roraima e afins

Roraima também tem literatura para os ouvidos.

Conheça alguns desses audiolivros de poesia e prosa e iniciativas afins, alguns disponíveis gratuitamente na internet.

Aléxia Linke
Os livros infantis e infantojuvenis “O arco íris coloriu” (1999), “Flor do Tepui” (2004), “Tangolomango da massa” (2005) e “Tudo ao seu tempo” (2010), de Aléxia Linke, vieram acompanhados de CD com as histórias em áudio. “Eu tinha uma patrocinadora muito querida minha que estava num processo de cegueira. Eu escrevia as histórias e ia ler pra ela. Então a gente falou: como tem ela que não está podendo ler as histórias, deve ter outras pessoas. Então, vamos gravar”, relatou Aléxia, em live com o escritor Edgar Borges. Recentemente, a autora, que agora usa o nome Aléxia Braga, seguiu a dica de Edgar Borges e postou os audiolivros na internet. Para ouvir, acesse aqui.


Airton Vieira
O livro infantil “Coisinha assim” (2005), de Airton Vieira, vem acompanhado de CD com a versão em áudio de histórias, poemas e músicas.


Juanuz Cruz
O livro de poesia “Coisas naturais”, de Juanuz Cruz, também tem versão em áudio: 16 faixas com os poemas interpretados pela própria autora, com instrumentos e sons de natureza ao fundo.


Eliakin Rufino
O LP “Roraima” (1992), de Nêuber Uchoa, Eliakin Rufino e Zeca Preto, o Trio Roraimeira, juntou em um só álbum canções e poesia falada. Das 18 faixas, oito são de poemas escritos e interpretados por Eliakin Rufino, o Poeta de Água Doce. São eles: “Cavalo selvagem”, “Sol de verão”, “Buritizeiro”, “Sentimentos cintilantes”, “Miragem”, “Mudança das folhas”, “Festa dos botos” e “Arquipélago interior”.

LP Roraima. Fonte: Facebook de Neuber Uchoa.

Rosidelma Fraga
Alguns dos poemas do livro “Amor amante”, de Rosidelma Fraga, ganharam versão em áudio e com Libras. A iniciativa faz parte do projeto "A obra poética Amor amante nas bibliotecas e nas escolas estaduais de Roraima", aprovado no Edital N° 006 – Prêmio Dorval de Magalhães de Literatura, da Secretaria de Estado da Cultura. O poema “Negra avante” pode ser encontrado neste link.


Elisa
O folhetim em áudio “Carícia”, escrito e interpretado por Elisa, em dez capítulos, está disponível no Instagram do Grupo Margens. O primeiro capítulo pode ser encontrado neste link.

Cristino Wapichana
O conto "Wató, a pedra do fogo" é uma história taurepang coletada pelo etnólogo alemão Theodor Koch-Grünberg na década de 1910. Adapatada por Cristino Wapichana e publicada em 2019 no livro "Nós - uma antologia de literatura indígena", organizado por Maurício Negro, "Wató, a pedra do fogo" ganhou versão em podcast narrada por Daniel Munduruku e disponível gratuitamente na plataforma Globoplay. Para ouvir, clique neste link.


E aí, gostou?

Ah, se souber de mais algum nome para a lista, me avise.

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Tangolomango da massa (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. Tangolomango da massa. Belo Horizonte: Edição dos Autores, 2006.



Sinopse 
De forma rimada, conta a história de dez irmãs que moram na mesma casa.

Ilustração
Tana Halú

Informações complementares 
Baseado em uma cantiga popular.

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

O arco íris coloriu (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. O arco íris coloriu. Boa Vista: Sesc, 1999.


Sinopse 
História rimada que, ao narrar a preparação da festa de Íris, a rainha das fadas, fala sobre as cores do arco-íris.

Ilustração
Renato Costa

Informações complementares 
Livro lançado para comemorar os dez anos de realização, pelo Sesc, da Feira de Livros Infantis em Roraima.

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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Um e outro (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. Um e outro. São Paulo: Protyum, 2009.



Sinopse 
História, escrita em versos, de dois sapos amigos, um otimista e outro pessimista.

Ilustração
Klênio Borges

Informações complementares 
História baseada em um conto popular.

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terça-feira, 18 de junho de 2019

Tudo ao seu tempo: catavento de histórias (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. Tudo ao seu tempo: catavento de histórias. Boa Vista: edição da autora, 2010. 


Ilustração 
Cora Rufino
Fhilipe Ramayana
Renato José Costa

Sinopse 

Antologia com história em quadrinhos, roteiro de teatro e contos.

Informações complementares
Várias histórias do livro são de outros autores recontadas por Aléxia Linke.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Ciranda dos contos (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. Ciranda dos contos. Boa Vista: edição da autora, 2001.


Sinopse 
Doze contos que se completam nas mãos do leitor.

Ilustração
Aléxia Linke

Informações complementares 
Primeiro livro juvenil de Aléxia Linke. Alguns contos da obra foram premiados, publicados em antologias coletivas e contados em teatro e escolas pela autora, que também é contadora de histórias.

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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A flor do tepui (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. A flor do tepui. Boa Vista: Aléxia Linke, 2004. 


Ilustração 
Tana Halú 


Sinopse 
A ver o rei ficar doente, seu filho, o príncipe, oferece-se para salvá-lo. Para isso, o meninozinho precisa pegar uma flor amarela, com a qual é feito um elixir, único remédio capaz de curar seu pai. O problema é que a flor fica no alto do maior tepui, no meio do grande lavrado, por onde a feiticeira Mapimpum espalhara armadilhas e maldades. 

Informações complementares
A história faz referência à paisagem e a elementos da cultura de Roraima, como lavrado, Cruviana, Canaimé e Mapinguari.

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quinta-feira, 1 de março de 2018

Literatura para crianças em Roraima

Dois nomes são mais facilmente lembrados quando se fala em literatura para crianças produzida em Roraima: Aléxia Linke e Cristino Wapichana. No post de hoje, vamos falar deles dois, sim, e também de outros escritores que são protagonistas quando se trata de encantar a garotada com incríveis histórias e versos.

Aléxia Linke
Arquiteta e contadora de histórias, por muito tempo, foi a única escritora de livros para crianças em atividade em Roraima. Hoje, mora em Minas Gerais, sua terra natal. Enquanto esteve por aqui, escreveu as obras: O Arco-Íris Coloriu (1999), sua primeira obra; Ciranda dos Contos (2001); A Flor do Tepui (2004), que descreve o Monte Roraima; Turma do Lavrado (2005); Tangolomango da Massa (2005); Um e Outro (2007); e Tudo ao seu tempo - Catavento de Histórias (2010).

Cristino Wapichana
Natural de Boa Vista, Cristino Wapichana mora atualmente em São Paulo. É autor dos livros: A Onça e o Fogo (2009, Manole), Sapatos Trocados (2014, Paulinas), A Oncinha Lili (2014, Edebe) e A Boca da Noite (2016, Zit).

Sua mais importante e premiada obra é A Boca da Noite, menção honrosa em 2014 no Concurso Tamoios de Textos de Escritores Indígenas, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ); melhor livro para crianças em 2017, prêmio também concedido pela FNLIJ; e terceiro lugar na categoria melhor livro infantil do 59ª Prêmio Jabuti, o mais importante da literatura brasileira. 

Além disso tudo, recentemente foi o único brasileiro entre os dez melhores livros infantis de 2017 do prêmio Peter Pan, da Suécia. A Boca da Noite também ganhou versões em sueco e dinamarquês.

Os mais crescidos provavelmente se lembram da coleção Ajuri (1987), um clássico da literatura roraimense, formado por seis livros publicados pelo MEC que contam lendas de Roraima: O Ajuri; Pedra Pintada; Macunaima; Cruviana; Tupã-Quem e Canaimé. 

Os livros foram escritos por Cecy Brasil, também autora do livro História, Lendas e Mitos de Roraima (1997), escrito em português, espanhol e inglês.

Também se aventuraram pela produção literária voltada às crianças Aimberê Freitas, Eliakin Rufino, Zezé Maku, José Vilela, Clotilho Filgueiras e Airton Vieira.

O poeta de água doce, Eliakin Rufino, tem três publicações para os curumins e cunhatãs: Escola de Poesia (1990), Brincadeira (1991) e Cavalo Selvagem (2016), todos livros de poemas. Este último é uma versão infantojuvenil do poema de mesmo nome, tombado como patrimônio cultural de Roraima.

Airton Vieira é autor de Coisinha Assim: um Livro sobre Coisinhas, Bichinhos e Pessoinhas (2005) e Clotilho Filgueiras, de Daniel Sapeca e o Diamante Azul do Tepequém (2012). Os livros de poemas Coisinha Assim e Cavalo Selvagem foram publicados por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.