Mostrando postagens com marcador literatura infantojuvenil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador literatura infantojuvenil. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

O jogo da democracia (Aldenor Pimentel)

 PIMENTEL, Aldenor. O jogo da democracia. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2021.



Sinopse 
Mara e amigos jogam futebol no terreno baldio do bairro onde moram e resolvem participar de um campeonato municipal. Além do desafio de conseguir uma bola para treinar, eles terão que enfrentar o colega que quer mandar no time. Por meio de uma história de meninos e meninas que jogam futebol, este livro infantojuvenil aborda temas como democracia, amizade e igualdade de gênero.

Informações complementares
Publicado com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio de edital da Secult-RR.

Veja também
Livrinho da Silva (Aldenor Pimentel)

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

A cor do dinheiro da vovó (Cristino Wapichana)

WAPICHANA, Cristino. A cor do dinheiro da vovó. Brasília: Edebê Brasil, 2019.



Sinopse 
Vovó tinha um jeito encantador de contar o mundo. Não sabia calcular como os estrangeiros ensinavam, mas sempre narrava como ninguém histórias magistrais sobre o povo Wapichana. A tarde mais especial que o neto Pimyd teve em sua companhia foi quando ela falou sobre o significado da cor de cada cédula de dinheiro. Uma história instigante!

Ilustração
Alyne Dallacqua

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Ceuci, a mãe do pranto (Cristino Wapichana)
Sapatos trocados (Cristino Wapichana)
O cão e o curumim (Cristino Wapichana)
A onça e o fogo (Cristino Wapichana)
A boca da noite (Cristino Wapichana)
Literatura indígena de Roraima
Livro de Cristino Wapichana é finalista de prêmio na Suécia
A onça na literatura de Roraima

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Ceuci, a mãe do pranto (Cristino Wapichana)

WAPICHANA, Cristino. Ceuci, a mãe do pranto. Itapira, SP: Estrela Cultural, 2019.



Sinopse 
Ceuci, a mãe do pranto é uma história do povo Anambé, natural do norte do Pará, narrada agora pelo escritor Cristino Wapichana. Nela, um curumim (menino, na língua tupi) sai para pescar na floresta, contrariando os conselhos de sua mãe, que o alertou sobre Ceuci, um ser da floresta que comia tudo o que via pela frente. Até gente! Mal sua jornada começou e o pequeno curumim avistou Ceuci sobre uma canoa, e não tardou para ela notar a presença do indiozinho. A partir daí, a história ganha um grande suspense, com a perseguição de Ceuci atrás do esperto curumim. Essa aventura na floresta é cheia de armadilhas que levarão nosso personagem a muitas descobertas com um final inesperado e emocionante!

Ilustração
Jô Oliveira

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Sapatos trocados (Cristino Wapichana)
O cão e o curumim (Cristino Wapichana)
A onça e o fogo (Cristino Wapichana)
A boca da noite (Cristino Wapichana)
Literatura indígena de Roraima
Livro de Cristino Wapichana é finalista de prêmio na Suécia
A onça na literatura de Roraima

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Um amor de boneca (Simone Coelho)

COELHO, Simone. Um amor de boneca. Boa Vista: Gráfica Encate, 2006.



Sinopse 
Livro infantojuvenil que conta a história de amizade entre uma menina e sua boneca.

Ilustração
Amorim Coêlho

Informações complementares 
Há um poema de Janaína Coelho e desenhos para colorir.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Literatura para crianças em Roraima
As certezas de Joana (Ina Carolina)
A boca da noite (Cristino Wapichana)
Coisinha assim: um livro sobre coisinhas, bichinhos e pessoinha (Airton Vieira)

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Resenha: A cor do dinheiro da vovó, de Cristino Wapichana

Educação financeira a partir da visão de uma anciã indígena analfabeta. A proposta do livro infantojuvenil ‘A cor do dinheiro da vovó’, de Cristino Wapichana, gera, ao mesmo tempo, estranheza e curiosidade. E surpreende: para mim, é o melhor texto do autor publicado até o momento. 

‘A cor do dinheiro da vovó’ vai além de seu objetivo didático. Aliás, quase toda a obra nos faz esquecer tal pretenso didatismo. De suas páginas emanam poesia, como “mãos delicadas, que mais pareciam um par de asas de passarinho guardando um sorriso amável”. 

E também a escolha por retratar o povo wapichana no contexto urbano é um diferencial, em um cenário com predominância de livros, escritos por autores indígenas ou não, com personagens indígenas sem contato com os karaiowá (estrangeiros, não indígenas). E, assim, em ‘A cor do dinheiro da vovó’, vemos os wapichana em um mundo onde há escolas, cercas, igrejas, comércio, banco, dinheiro. Eles aparecem como estudantes, aposentados, servidores públicos, educadores, agentes de saúde, etc. Esse foi o aspecto da obra que mais me cativou.

Pode-se questionar, e confesso que discretamente senti algo me apertar o peito: como trabalhar educação financeira a partir da visão indígena, se foi a ganância pelo dinheiro que levou os colonizadores a violentarem e dizimarem os povos originários? 

Bem, ainda que não seja o foco, a ferida aberta por esse contato forçado e truculento pode ser encontrada no livro: “Os estrangeiros dominaram nosso povo, apossaram-se de nossas terras e nos obrigaram a servi-los. Carregamos as marcas e o peso dessa guerra até hoje em nossa cultura”. 

Mas a escolha de Cristino Wapichana é outra: pela voz da avó de Pymid, o leitor viaja pelas diferentes versões que as cédulas e moedas brasileiras tiveram ao longo da história.

As ilustrações de Alyne Dallacqua também são incríveis. Os traços físicos dos personagens wapichana, bem como a pintura corporal, a iconografia e as indumentárias típicas retratadas, são tão convincentes que fizeram eu me sentir em casa. Provavelmente resultam de uma competente pesquisa de imagens.

Por fim, com ‘A cor do dinheiro da vovó’, pode-se (re)aprender que há muitas formas de saber e todas elas devem ser valorizadas. Afinal, quem não se encantaria ao, debaixo de uma árvore, ver o jeito mágico de contar o mundo daquela que não sabia calcular como os estrangeiros ensinavam, mas sempre narrava como ninguém histórias magistrais de seu povo?

Leia também

terça-feira, 23 de julho de 2019

Macaco velho não pula em galho seco (José Vilela)

VILELA, José. Macaco velho não pula em galho seco. Cuiabá: edição do autor, 1999.


Sinopse 
Fábula que conta a história de um macaco esperto, que disputa o amor da sua vida com uma Onça Macho.

Ilustração
Fernando Ordakowski

Informações complementares 
Livro publicado com recursos do Governo de Mato grosso, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A história é inspirada em um conto indígena de Roraima. 

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
A chave do impossível (José Vilela)
O guru da floresta (José Vilela)
Rapadura é doce, mas não é mole (José Vilela)
Resenha: Rapadura é doce, mas não é mole (José Vilela)
A onça na literatura de Roraima
Livros de Roraima em vestibulares

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Sapatos trocados (Cristino Wapichana)

WAPICHANA, Cristino. Sapatos trocados: como o tatu ganhou suas grandes garras. São Paulo: Paulinas, 2014.



Sinopse 
O livro narra a saga de Kapaxi, um grande velocista e contador de histórias, que recebeu um par de sapatos mágicos de presente de Tuminkery (criador de todas as coisas) para atuar numa missão muito especial: a de mensageiro oficial do reino animal. Kapaxi era cheio de alegria e muito adorado pelos pequeninos, que aguardavam suas visitas repentinas para ouvir suas belas histórias. Foi em uma das grandes festas dadas pelo Jabuti que o animal teve seus sapatos trocados por engano pelo de Aro, e a partir desse acontecimento Kapaxi precisou adaptar-se a uma nova vida.

Ilustração
Maurício Negro

Informações complementares 
O livro recebeu o selo FNLIJ Altamente Recomendável 2015.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
O cão e o curumim (Cristino Wapichana)
A onça e o fogo (Cristino Wapichana)
A boca da noite (Cristino Wapichana)
Literatura indígena de Roraima
Livro de Cristino Wapichana é finalista de prêmio na Suécia
A onça na literatura de Roraima

terça-feira, 16 de julho de 2019

Contos que vou contar (Zezé Maku)

MAKU, Zezé. Contos que vou contar. Goiânia: Grafopel, 2001. 


Sinopse 
Primeiro livro da coleção literária infantil cultural ecológica, com contos, poemas e roteiros de teatro.

Ilustração

Dorvano Jubé e Tatiana Jubé

Informações complementares 
Obra publicada por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, de Goiânia. Recebeu menção honrosa no Prêmio Tecnologia e Meio Ambiente 2001, do CREA-GO.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Animais em extinção v. 2 (Zezé Maku)
Animais ameaçados de extinção. v. 3 (Zezé Maku)
Amazônia e animais ameaçados de extinção v. 4 (Zezé Maku)
Animais ameaçados de extinção v. 5
Literatura para crianças em Roraima

quinta-feira, 11 de julho de 2019

O cão e o curumim (Cristino Wapichana)

WAPICHANA, Cristino. O cão e o curumim. São Paulo: Melhoramentos, 2018.



Sinopse 
História de amizade e lealdade entre um curumim e seu cachorro, Amigo. Uma história que mora nas memórias do autor e resgata as tradições de seu povo, apresentando ao leitor alguns recortes do dia a dia do curumim e de sua amorosa e respeitosa relação com seus familiares, a natureza e os animais.

Ilustração
Taisa Borges

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
A onça e o fogo (Cristino Wapichana)
A boca da noite (Cristino Wapichana)
Literatura indígena de Roraima
Livro de Cristino Wapichana é finalista de prêmio na Suécia
A onça na literatura de Roraima

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Animais em extinção v. 2 (Zezé Maku)

MAKU, Zezé. Animais em extinção. v. 2. Goiânia: Talento, 2004. 


Sinopse 
Segundo livro da coleção Literatura de Cordel Infantil Ecológica, que reúne poemas de cunho ecológico, voltado ao público infantojuvenil.


Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 
Obra publicada por meio da Lei Goyazes/Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Goiás.

Veja também

terça-feira, 25 de junho de 2019

Cavalo Selvagem: poema (Eliakin Rufino)

RUFINO, Eliakin. Cavalo Selvagem: poemaManaus: Valer, 2016.


Sinopse 
Livro com o poema Cavalo Selvagem e com ilustrações, voltado ao público infantojuvenil.

Ilustração
Turenko Beça

Informações complementares 
O livro foi publicado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Brincadeira (Eliakin Rufino)
Escola de Poesia (Eliakin Rufino)
Estatuto da Criança e do Adolescente: leitura poética (Eliakin Rufino)
Cavalo selvagem (Eliakin Rufino)
Literatura para crianças em Roraima

terça-feira, 18 de junho de 2019

Tudo ao seu tempo: catavento de histórias (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. Tudo ao seu tempo: catavento de histórias. Boa Vista: edição da autora, 2010. 


Ilustração 
Cora Rufino
Fhilipe Ramayana
Renato José Costa

Sinopse 

Antologia com história em quadrinhos, roteiro de teatro e contos.

Informações complementares
Várias histórias do livro são de outros autores recontadas por Aléxia Linke.

Leia também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Literatura para crianças em Roraima
A lenda da Rufina

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Daniel Sapeca e o Diamante Azul do Tepequém (Clotilho Filgueiras)

FILGUEIRAS, Clotilho. Daniel Sapeca e o Diamante Azul do Tepequém. São Paulo: Biografia, 2012.

Sinopse 
Daniel Sapeca vai até a Serra do Tepequém, passando por aventuras diversas em rios, lavrados, lagos, etc., para encontrar o Diamante Azul e salvar o casarão de sua vovó Naná, que, por conta de um empréstimo, corre o risco de ser leiloado.

Ilustração
Miller Guglielmo

Informações complementares 
Primeiro livro da série infantojuvenil Daniel Sapeca.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Resenha: Daniel Sapeca e o Diamante Azul do Tepequém (Clotilho Filgueiras)
Literatura para crianças em Roraima

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Animais ameaçados de extinção v. 5 (Zezé Maku)

MIRANDA DE AQUINO, José. Animais ameaçados de extinção. v. 5. Boa Vista: Editora Boa Vista, 2014. 
Sinopse 
Quinto livro da coleção Literatura de Cordel Ecológico Infantil, que reúne poemas (e textos informativos) sobre animais brasileiros ameaçados de extinção, voltado ao público infantojuvenil.

Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 

Apresenta textos nas línguas portuguesa, espanhola e inglesa. Contém texto em prosa sobre Makunaima. Também traz roteiro de apresentação artística dos poemas do próprio livro. A obra foi considerada de grande relevância pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC-RR). O autor usa ainda o nome artístico Zezé Maku.

Veja também

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A lenda da Rufina (Maria Georgina dos Santos Pinho Silva - org.)

SILVA, Maria Georgina dos Santos Pinho (Coord.). A lenda da Rufina. Boa Vista: Editora da UFRR, 2007. 


Sinopse 
A lenda conta a história de Maria Rufina, que foi pecar com seu marido e filhos no baixo rio Mucajaí. 


Ilustração
Ronaldo Ramos Moura

Informações complementares 

A lenda da Rufina faz referência a fatos que aconteceram, segundo relatos dos moradores, a 52 km da capital de Boa Vista, em meados de 1945, envolvendo uma senhora cabocla que gostava de pescar com seus familiares. 

O livro é resultado do trabalho realizado pelos acadêmicos do curso de Letras da Universidade Estadual de Roraima, sob a coordenação da professora Maria Georgina (organizadora), com o intuito de refletir sobre a importância das lendas como instrumento de conservação da imaginação e criatividade dos antigos moradores do Município de Mucajaí, que cultivavam o hábito de contar histórias à luz de lamparina e que se perdeu com que o advento da luz elétrica e a chegada da televisão. O livro de literatura infantojuvenil registra a primeira dentre tantas lendas contadas no município.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Literatura para crianças em Roraima