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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Animais em extinção. v. 1 (Zezé Maku/ Miranda de Aquino)

MAKU, Zezé. Animais em extinção. v. 1. Goiânia: Talento, 2002. 



Sinopse 
Primeiro livro da coleção Literatura de Cordel Infantil Ecológica, que reúne poemas de cunho ecológico sobre animais em extinção, voltado ao público infantojuvenil.

Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 
Obra publicada por meio da Lei Goyazes/Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Goiás.

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O reino de Makunaima e sua chefia da fauna (Zezé Maku/Miranda de Aquino)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Ilustradores de Roraima com prêmios nacionais e outros destaques

Roraima tem profissionais que fizeram a ilustração de livros infantis premiados Brasil afora. Confira:


Josias Marinho ilustrou o livro O mar de Manu, escrito por Cidinha da Silva, publicado pela editora Yellowfante, do grupo Autêntica. A obra ganhou o prêmio APCA 2021 na categoria Literaura Infantil, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte.



Ina Carolina ilustrou o livro infantil O cabelo da menina, escrito por Fernanda Takai. A obra compõe a coleção Kidsbook Itaú Criança, vencedora do prêmio Jabuti 2017 na categoria Infantil Digital.

Roraima tem ainda ilustradores com destaque nacional e internacional para além dos prêmios. Um exemplo é Will Cavalcante, que fez as artes da série ficcional em áudio (podcastEles Estão Aqui, prevista para estrear na plataforma Globoplay em 2023.

Além disso, a própria Ina Carolina trabalhou na série de animação, original da Netflix, Ridley Jones: A Guardiã do Museu, que estreou em 2021.

E vc? Conhece outros trabalhos de ilustradores de Roraima com destaque nacional e internacional? Comenta aí.

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terça-feira, 7 de abril de 2020

Serra pequena (Ronaldo de Oliveira Carvalho)

CARVALHO, Ronaldo de Oliveira. Serra pequena. Boa Vista: edição do autor, 2019.



Sinopse 
História em que animais se unem para evitar a diminuição no número de árvores da floresta.

Ilustração
Wellington da Costa Pimentel

Informações complementares 
Compõe a coleção Tia Beny.

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terça-feira, 31 de março de 2020

O tucano (Ronaldo de Oliveira Carvalho)

CARVALHO, Ronaldo de Oliveira. O tucano. Boa Vista: edição do autor, 2019.



Sinopse 
História de um pequeno tucano insatisfeito com as cores preta e branca de seu bico.

Ilustração
Wellington da Costa Pimentel

Informações complementares 
Compõe a coleção Tia Beny.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Animais ameaçados de extinção. v. 6 (Zezé Maku)

MIRANDA DE AQUINO, José. Animais ameaçados de extinção. v. 6. Boa Vista: edição do autor, 2018. 

Sinopse 
Sexto livro da coleção Literatura de Cordel Ecológico Infantil, que reúne poemas sobre animais brasileiros ameaçados de extinção, voltado ao público infantojuvenil. Em outras obras, o autor usa o nome Zezé Maku.

Ilustração
Luiz Feitosa

Informações complementares 
Traz encarte: para pintar e criar.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

As certezas de Joana (Ina Carolina)

CAROLINA, Ina. As certezas de Joana. São Paulo: Carolina Avelino Cardoso, 2019.



Sinopse 
Livro infantil que conta a história de uma menina que colecionava certezas e, conforme crescia, maior ficava sua coleção.

Ilustração
Ina Carolina

Informações complementares 
Publicação viabilizada por meio de financiamento coletivo.

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Tangolomango da massa (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. Tangolomango da massa. Belo Horizonte: Edição dos Autores, 2006.



Sinopse 
De forma rimada, conta a história de dez irmãs que moram na mesma casa.

Ilustração
Tana Halú

Informações complementares 
Baseado em uma cantiga popular.

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Entrevista com o escritor Clotilho Filgueiras

A sexta entrevista da série com escritores de Roraima é com Clotilho Filgueiras. Confira:

Apresentação
Olá, sou Clotilho Filgueiras, roraimense, escritor e advogado.

Nasci no então Território Federal de Roraima em 1974. Minha infância foi marcada por brincadeiras em um grande quintal da minha avó paterna, subindo em árvores, numa casa antiga na rua Coronel Mota, esquina com rua Rocha Leal, com cerquinha de pau rainha.

Iniciei a minha carreira de escritor em 2011, com a publicação do livro Nazareth Filgueiras contou-me sua história, pela Editora Biografia. Essa obra retrata a vida da minha avó paterna, trazendo vários relatos de fatos importantes da cidade de Boa Vista testemunhados por ela própria.

Mas eu queria mesmo era escrever para crianças. Daí, percebi que existia pouca literatura roraimense voltada para o público infantojuvenil. Foi então que, inspirado nos costumes, lendas, culinária e riquezas naturais de Roraima, decidi publicar o primeiro volume de uma série infantojuvenil, o livro Daniel Sapeca e o Diamante Azul do Tepequém.

Como se deu seu contato com a leitura?
Foi em uma pequena biblioteca da Escola Costa e Silva, quando ainda cursava a 2ª série primária. 

Alguém o incentivou? 
Eu tive o privilégio de ter excelentes professores de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, os quais incentivavam a leitura, a interpretação de textos e redação. E, ressalte-se, todos eram de escolas públicas de Boa Vista, na década de 1980.

Que livros você mais gostou de ler na vida? 
Reinações de Narizinho, Emília no País da Gramática, entres outros de Monteiro Lobato; a Bolsa Amarela e O Sofá Estampado, de Lygia Bojunga; e a inesquecível série Vagalume. Li quase todos.

De que gêneros, escolas literárias e temas você mais gosta? 
Admiro muita a escola modernista, porque foi um marco da valorização da riqueza cultural brasileira.

Procuro discorrer em meus textos sobre o sentimento da criança, crítica social, consciência ambiental e a exaltação à cultura roraimense.

Amo Roraima e, por isso, minhas histórias sempre são ambientadas em diferentes locais dessa linda terra.

Quais são suas influências literárias? Que características desses autores e obras estão presentes na sua produção?
Procuro seguir o estilo de Monteiro Lobato e Lygia Bojunga.

Monteiro Lobato valoriza no Sitio do Picapau Amarelo as lendas e costumes do Brasil. Sua literatura é paradidática, onde se aprende um pouco de Gramática, Matemática e até Geografia, enquanto Lygia Bojunga nos inspira a refletir sobre crítica social e os sentimentos das crianças.

Como você avalia o cenário atual da literatura em Roraima?
Apesar do surgimento de novos talentos e escritores locais tendo destaque em concursos nacionais e internacionais, ainda falta a devida valorização e apoio do Estado e do Município, não somente aos escritores, mas o incentivo ao crescimento da literatura roraimense.

Que trabalhos literários roraimenses você mais admira? 
O seu Aldenor, o Livrinho da Silva, e os poemas de Zezé Maku. Admiro também os poemas da Zany Adairalba.

O que você diria sobre a nova geração de escritores de Roraima?
Não desistam nunca. Escrever é um legado para poucos.

Quais são seus objetivos, como escritor?
Continuar publicando a minha série Daniel Sapeca. O segundo volume já está na editora e o terceiro estou finalizando. Tenho ainda outros projetos em mente para divulgação e apoio aos escritores locais.

Quais os momentos mais marcantes da sua carreira?
O lançamento do volume 1 do Daniel Sapeca em Boa Vista. Tive um apoio caloroso da mídia local.

Mas um fato me marcou profundamente: foi na ocasião de uma tarde de autógrafos e contação de histórias, numa escola municipal do Bonfim. Eu tinha levado alguns livros para distribuir e/ou sortear para os alunos, e, ao final do evento, um menino veio, chorando, me pedindo um livro, porque ele não havia sido sorteado. E, claro, eu o presenteei com um livro. Isso me trouxe a reflexão de que as crianças de escolas públicas ainda clamam por cultura.

Como você caracteriza os seus textos?
São sempre escritos na primeira pessoa do personagem principal, o Daniel Sapeca, um menino de nove anos. Assim, os fatos e emoções são transmitidos sempre sob a perspectiva da criança.

Ao serem ambientados em Roraima, alguns personagens das lendas indígenas interagem com os meus personagens, exaltando certos costumes, a culinária e seus vocabulários típicos, na tentativa de despertar no leitor o conhecimento da cultura, do patrimônio histórico, das riquezas naturais e geografia roraimense.

Com é o seu processo de criação? 
Eu costumo criar um problema a ser resolvido. Daí, eu traço uma espécie de roteiro e cronograma que vai me servir de guia do início ao fim da obra. Mas, no decorrer da escrita, não necessariamente esse roteiro será seguido: quase sempre é alterado por minhas sucessivas revisões.

O que o inspira a escrever? Quais são seus temas mais recorrentes?
O sentimento da criança aos problemas da vida. Assim como um adulto, elas também expressam emoções, críticas e opiniões.

A nossa vasta riqueza cultural roraimense em muito contribui ao universo das minhas histórias.

Fale sobre os livros que você publicou. 
Nazareth Filgueiras contou-me sua história: retrata a biografia de uma das mulheres mais corajosas de Roraima, à frente de seu tempo. Ela testemunhou o primeiro avião a pousar em Boa Vista, conheceu pessoalmente o Marechal Rondon, ajudou a construir a Igreja São Sebastião e fundou o bairro São Francisco. Um de seus filhos foi o primeiro empresário a comercializar as primeiras televisões em Boa Vista. Enfim, é um testemunho da história de Boa Vista, misturada com a saga de uma tradicional família roraimense.

Quais são seus projetos futuros?
Em 2020, pretendo publicar o volume 2 da série Daniel Sapeca, cujo título será Daniel Sapeca e o Patrimônio Histórico de Boa Vista.

Após continuar publicando a série, pretendo ainda criar um espaço em Boa Vista para reunir os escritores, inspirados nos que existem em São Paulo e Buenos Aires.

Há muito ainda a ser explorado pela literatura sobre o universo cultural roraimense. Assim, pretendo de forma lúdica e divertida continuar escrevendo para as nossas crianças.

Link para comprar seus livros
www.livrariabiografia.com.br

Outras entrevistas da série com escritores de Roraima

terça-feira, 10 de setembro de 2019

O arco íris coloriu (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. O arco íris coloriu. Boa Vista: Sesc, 1999.


Sinopse 
História rimada que, ao narrar a preparação da festa de Íris, a rainha das fadas, fala sobre as cores do arco-íris.

Ilustração
Renato Costa

Informações complementares 
Livro lançado para comemorar os dez anos de realização, pelo Sesc, da Feira de Livros Infantis em Roraima.

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Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
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Ciranda dos contos (Aléxia Linke)
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Um e outro (Aléxia Linke)

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Cruviana (Cecy Lya Brasil)

BRASIL, Cecy Lya. Cruviana. Rio de Janeiro: FAE; Governo do Território Federal de Roraima; 1987.



Sinopse 
História infantojuvenil inspirada no mito da Cruviana. 

Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 
Compõe a coleção Ajuri.

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O ajuri (Cecy Lya Brasil)
Canaimé (Cecy Lya Brasil)

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Canaimé (Cecy Lya Brasil)

BRASIL, Cecy Lya. Canaimé. Rio de Janeiro: FAE; Governo do Território Federal de Roraima; 1987.



Sinopse 
História infantojuvenil inspirada no mito do Canaimé. 

Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 
Compõe a coleção Ajuri.

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Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Literatura para crianças em Roraima
Pedra Pintada (Cecy Lya Brasil)
Macunaima (Cecy Lya Brasil)
O ajuri (Cecy Brasil)

terça-feira, 13 de agosto de 2019

O ajuri (Cecy Lya Brasil)

BRASIL, Cecy Lya. O ajuri. Rio de Janeiro: FAE; Governo do Território Federal de Roraima; 1987.



Sinopse 
História infantojuvenil inspirada no costume indígena do ajuri, trabalho em mutirão. 

Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 
Compõe a coleção Ajuri.

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Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Literatura para crianças em Roraima
Pedra Pintada (Cecy Lya Brasil)
Macunaima (Cecy Lya Brasil)

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Macunaima (Cecy Lya Brasil)

BRASIL, Cecy Lya. Macunaima. Rio de Janeiro: FAE; Governo do Território Federal de Roraima; 1987.



Sinopse 
História infantojuvenil inspirada no mito de Makunaima. 

Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 
Compõe a coleção Ajuri.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Literatura para crianças em Roraima
Pedra Pintada (Cecy Lya Brasil)

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Pedra Pintada (Cecy Lya Brasil)

BRASIL, Cecy Lya. Pedra Pintada. Rio de Janeiro: FAE; Governo do Território Federal de Roraima; 1987.


Sinopse 
História infantojuvenil inspirada na lenda da Pedra Pintada. 

Ilustração
Augusto Cardoso

Informações complementares 
Compõe a coleção Ajuri.

Veja também
Obras literárias de Roraima: levantamento inicial
Literatura para crianças em Roraima

quarta-feira, 10 de julho de 2019

O sopro da vida (Kamuu Dan Wapichana)

WAPICHANA, Kamuu Dan. O sopro da vida. São Paulo: Expressão Popular, 2019.



Sinopse 
Esta é a história de Wyn Dan, menino de quatro anos da etnia Wapichana, que vive no cerrado do Planalto Central do Brasil e quer salvar as “plantas bebês”, como chama as sementes, que estão doentes e não germinam. Assim, inicia sua trajetória junto à Mãe Terra, à família e aos grandes espíritos, com os pajés. Uma narrativa de amor e esperança em que as tradições ancestrais de respeito, conhecimento e cuidado da Natureza podem germinar dentro da infância.

Ilustração
Marcos Antônio dos S. Viana e Andrea Diogo

Informações complementares 
Edição bilíngue: Português e Wapichana. O conto 'O sopro da vida' ficou em primeiro lugar em 2017 no 14º Concurso FNLIJ/UKA Tamoios de Textos de Escritores Indígenas.

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terça-feira, 9 de julho de 2019

Animais ameaçados de extinção. v. 3 (Zezé Maku)

MAKU, Zezé. Animais ameaçados de extinção. v. 3. Goiânia: Kelps, 2006. 


Sinopse 
Terceiro livro da coleção Literatura de Cordel Ecológico Infantil, que reúne poemas de cunho ecológico, voltado ao público infantojuvenil.


Ilustração
Virginia Regozino

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