terça-feira, 19 de novembro de 2019

E Deus criou o homem (Afonso Rodrigues de Oliveira)

OLIVEIRA, Afonso Rodrigues de. E deus criou o homem. Boa Vista: Boa Vista, 2017.



Sinopse 
Sátira com personagens bíblicos: Adão e Eva, Noé, etc. 

Ilustração
Marco Aurélio Rodrigues de Oliveira

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sábado, 16 de novembro de 2019

Músicas de Roraima que inspiraram os contos inscritos no IV Concurso Literário Internacional Palavradeiros

Para concorrerem na quarta edição do Concurso Literário Internacional Palavradeiros, os contos inscritos deveriam ser inspirados na letra de alguma música de compositor ou intérprete que nasceu ou mora/morou no Estado de Roraima.

Confira todas as músicas que inspiraram os contos inscritos em 2019:

(Ar) Árvores (Geraldo Brito / Glauco Luz) - Intérprete: Zé Roraima

Canto das Pedras (Zeca Preto / Neuber Uchôa)

Cidade do Campo (Armando de Paula / Eliakin Rufino) - Intérprete: Halisson Crystian

Cruviana (Neuber Uchôa)

Ditados Impopulares (Eliakin Rufino) - Intérprete: Leila Pinheiro

É Makunaima (Ricardo Nogueira)

Hino de Roraima (Dorval de Magalhães / Dirson Felix Costa)

Julieta (Caio Munhoz, Daniel Alencar e Murilo Pommerening) - Intérprete: Projeto Churras

Memória da Tribo (Eliakin Rufino / Nilson Chaves)

Neto do Nordeste (Eliakin Rufino) - Intérprete: Ernandes Dantas

O que Diabos é Jazz (Zé Roraima)

Pimenta com Sal (Eliakin Rufino) Intérprete: Lucinha Bastos

Princesinha dos 100 anos (Zé Roraima / Will Silva)

Roraimeira (Zeca Preto)

Se Chovesse Você (Adonay Pereira / Eliana Printes / Eliakin Rufino) - Intérprete: Eliana Printes

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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Poemas urbanóides (Francisco Alves Gomes)

GOMES, Francisco Alves. Poemas urbanóides. Rio de Janeiro: Letras e versos, 2017.


Sinopse 
Antologia de poemas permeados por um busca que visa entender o local do poeta no ambiente urbano. Boa Vista é o cenário carnavalizado dessa busca. Grande parte dos poemas apresentam um eu poético em constante fratura com os signos que compõem a realidade.

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Sem ficar esperando (Josimar de Sousa)

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Resenha: A cor do dinheiro da vovó, de Cristino Wapichana

Educação financeira a partir da visão de uma anciã indígena analfabeta. A proposta do livro infantojuvenil ‘A cor do dinheiro da vovó’, de Cristino Wapichana, gera, ao mesmo tempo, estranheza e curiosidade. E surpreende: para mim, é o melhor texto do autor publicado até o momento. 

‘A cor do dinheiro da vovó’ vai além de seu objetivo didático. Aliás, quase toda a obra nos faz esquecer tal pretenso didatismo. De suas páginas emanam poesia, como “mãos delicadas, que mais pareciam um par de asas de passarinho guardando um sorriso amável”. 

E também a escolha por retratar o povo wapichana no contexto urbano é um diferencial, em um cenário com predominância de livros, escritos por autores indígenas ou não, com personagens indígenas sem contato com os karaiowá (estrangeiros, não indígenas). E, assim, em ‘A cor do dinheiro da vovó’, vemos os wapichana em um mundo onde há escolas, cercas, igrejas, comércio, banco, dinheiro. Eles aparecem como estudantes, aposentados, servidores públicos, educadores, agentes de saúde, etc. Esse foi o aspecto da obra que mais me cativou.

Pode-se questionar, e confesso que discretamente senti algo me apertar o peito: como trabalhar educação financeira a partir da visão indígena, se foi a ganância pelo dinheiro que levou os colonizadores a violentarem e dizimarem os povos originários? 

Bem, ainda que não seja o foco, a ferida aberta por esse contato forçado e truculento pode ser encontrada no livro: “Os estrangeiros dominaram nosso povo, apossaram-se de nossas terras e nos obrigaram a servi-los. Carregamos as marcas e o peso dessa guerra até hoje em nossa cultura”. 

Mas a escolha de Cristino Wapichana é outra: pela voz da avó de Pymid, o leitor viaja pelas diferentes versões que as cédulas e moedas brasileiras tiveram ao longo da história.

As ilustrações de Alyne Dallacqua também são incríveis. Os traços físicos dos personagens wapichana, bem como a pintura corporal, a iconografia e as indumentárias típicas retratadas, são tão convincentes que fizeram eu me sentir em casa. Provavelmente resultam de uma competente pesquisa de imagens.

Por fim, com ‘A cor do dinheiro da vovó’, pode-se (re)aprender que há muitas formas de saber e todas elas devem ser valorizadas. Afinal, quem não se encantaria ao, debaixo de uma árvore, ver o jeito mágico de contar o mundo daquela que não sabia calcular como os estrangeiros ensinavam, mas sempre narrava como ninguém histórias magistrais de seu povo?

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Sonhador do absoluto (Sebastião Pereira do Nascimento)

NASCIMENTO, Sebastião Pereira do. Sonhador do absoluto. Curitiba: CRV, 2018.



Sinopse 
Poemas sobre o desconcerto do mundo, das coisas insensatas e inquietudes humanas.

Informações complementares 
Os poemas foram escritos em vários momentos da vida do autor.

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