sábado, 1 de dezembro de 2018

Inscrições encerradas: III Concurso Literário Internacional Palavradeiros

Inscrições encerradas. Um recorde! Ao todo, foram 29 inscrições, entre poetas estudantes de Ensino Fundamental e Médio e contistas iniciantes e experientes. 

O concurso vai se consolidando como internacional: recebemos uma inscrição da Romênia e também de uma escritora cubana que atualmente mora no Brasil. 

Recebemos ainda 13 inscrições de Roraima, 3 do Ceará, 2 do Rio de Janeiro, 2 Amazonas, 2 da Bahia, 1 de Pernambuco, 1 do Distrito Federal, 1 do Pará, 1 de Minas Gerais, 1 do Rio Grande do Norte e 1 da Paraíba. 

Os finalistas serão comunicados por e-mail com antecedência. 

O resultado final será divulgado publicamente até 14 de dezembro de 2018, dia da premiação, prevista para ser realizada no Espaço Cultural Harmonia e Ritmo, no bairro Nova Canaã, em Boa Vista-RR.

Agora, é com a Comissão Julgadora!

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Roraima: inspiração e cenário de livros ficcionais de escritores não roraimenses

Neste blog, já resenhamos obras literárias cujas histórias se passam em Roraima escritas por autores que não nasceram nem moram ou moraram no Estado. 

Ainda que a obra não cite textualmente a montanha, o Monte Roraima é a inspiração e o cenário do infantojuvenil ‘O Mundo Perdido’, do escritor britânico Arthur Conan Doyle. Outro exemplo é o também infantojuvenil ‘Órfãos de Haximu’, de (2010), das autoras cariocas Inês e Maria Lúcia Daflon, sobre o povo Yanomami. 

Conheça algumas outras obras escritas por não roraimenses também inspiradas e/ou ambientadas em Roraima: 

Macunaíma (1928), de Mário de Andrade 
Macunaíma, livro de Mário de Andrade publicado em 1928, é considerado um dos principais romances modernistas. A obra é uma rapsódia sobre a formação do Brasil, em que vários elementos nacionais se cruzam numa narrativa que conta a história de Macunaíma, o "herói sem nenhum caráter".

A principal inspiração do romance é o segundo de cinco volumes do livro, publicado em alemão em 1916, ‘Do Roraima ao Orinoco’, em que o etnólogo Theodor Koch-Grünberg, transcreve histórias narradas por indígenas dos povos Arekuná e Taulipanque (Taurepang). Mário de Andrade mesclou a história de Makunaíma, como grafa Koch-Grünberg, com outras de Capistrano de Abreu, Couto Magalhães, Pereira da Costa e relatos orais. 

Sinopse: Macunaíma nasceu no fundo do mato-virgem, filho do medo e da noite, uma criança birrenta, preguiçosa e de mente ardilosa. Passa a infância em uma tribo amazônica até que toma banho de mandioca brava e se torna um adulto. Apaixona-se por Ci, a Mãe do Mato, e com ela tem um filho que morre ainda bebê. 

Após a morte do filho, Ci sobe aos céus de desgosto e vira uma estrela. Macunaíma fica muito triste por perder a sua amada, tendo como única recordação dela um amuleto chamado muiraquitã. Porém ele o perde. 

Macunaíma descobre que o amuleto está em São Paulo na posse de Venceslau Pietro Pietra, o gigante Piamã comedor de gente, para onde vai com os irmãos a fim de recuperar o muraiquitã. 

Ua: Brari: do outro lado do mundo (1990), de Marcelo Rubens Paiva 
Lançado originalmente em 1990, Ua: Brari é o terceiro livro de Marcelo Rubens Paiva, autor do clássico Feliz Ano Velho. Apesar disso, o autor não considera este seu melhor livro: “Pessoas gostam de coisas em Feliz Ano Velho que considero tolas. Meu livro Ua: Brari: passou despercebido. Já encontrei alguns amigos que me falam que é o meu melhor livro. Livro semi-experimental, que escrevi todo ele entorpecido por THC e pela paixão por Guimarães Rosa”. 

Em Ua: Brari, os dramas de cada personagem se misturam à história recente do Brasil. O livro conta a trajetória de Fred, que retoma seu romance com Bia no dia do casamento dela com Júlio, irmão de Zaldo. Os três rapazes já namoraram Bia e, quando jovens, todos estudaram juntos, mas não desconfiam que a vida deles em breve estará interligada num enredo de paixão, drama, dor e loucura. 

Jornalista, Fred é convocado para fazer uma expedição à Amazônia e descobrir o paradeiro de Zaldo, que, desapareceu na mata. Mais tarde chega a notícia de que este lidera uma seita e é tratado como messias pelos povos da floresta. Chamam-no de Ua: Brari, que, segundo lenda dos índios Macuxi, é o nome do jovem que conhecia o caminho para o outro lado do mundo. 

Histórias de corrupção e mentira surgem diante do repórter, mas ele precisa se calar, pois tem a vida ameaçada. 

A árvore do mundo e outros feitos de Macunaíma: mito-herói dos índios makuxi, wapixana, taulipang e arekuná (1986), de Ciça Fittipaldi 
Assim como Macunaíma, de Mário de Andrade, A árvore do mundo e outros feitos de Macunaíma, de Ciça Fittipaldi, também se inspira na obra Mitos e lendas dos índios Taulipang e Arekuná, de Koch-Grunberg, que corresponde ao segundo tomo do livro Do Roraima ao Orinoco.

O livro de Ciça Fittipaldi faz parte da série Morená, com a qual a autora conquistou o Prêmio APCA Destaque Especial em Literatura Infantil de 1986. 

Também compõe a série o livro ‘Naro, o Gambá: mito dos índios yanomami’, além de outras obras inspiradas em etnias indígenas brasileiras. 

Sinopse: as façanhas de Macunaíma, narradas com o falar direto e encantatório dos indígenas. O mito-herói revelou e ordenou o mundo. A beleza das ilustrações ilumina o tom mágico e poético do texto. 

Naro, o gambá: mito dos índios yanomami (1986), de Ciça Fittipaldi 
Com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos, a obra apresenta os mitos de índios em linguagem que tem por objetivo conservar o tom mágico e a poesia. 

A história de Naro, além de narrar como as coisas se instalaram no mundo, pintando nos bichos as pinturas corporais que se tornaram suas características, fala sobre a vaidade, o ciúme amoroso e seus venenos letais. 

No tempo em que os bichos eram gente, o Gambá vivia com Mel numa cabana. As moças Flor e Abelha foram à cabana de Gambá, e este se mostrou para elas. Só que elas gostaram de Mel, que era bonito e cheiroso, enquanto Gambá era feio e malcheiroso.

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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A flor do tepui (Aléxia Linke)

LINKE, Aléxia. A flor do tepui. Boa Vista: Aléxia Linke, 2004. 


Ilustração 
Tana Halú 


Sinopse 
A ver o rei ficar doente, seu filho, o príncipe, oferece-se para salvá-lo. Para isso, o meninozinho precisa pegar uma flor amarela, com a qual é feito um elixir, único remédio capaz de curar seu pai. O problema é que a flor fica no alto do maior tepui, no meio do grande lavrado, por onde a feiticeira Mapimpum espalhara armadilhas e maldades. 

Informações complementares
A história faz referência à paisagem e a elementos da cultura de Roraima, como lavrado, Cruviana, Canaimé e Mapinguari.

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A lenda da Rufina

A lenda da Rufina (Maria Georgina dos Santos Pinho Silva - org.)

SILVA, Maria Georgina dos Santos Pinho (Coord.). A lenda da Rufina. Boa Vista: Editora da UFRR, 2007. 


Sinopse 
A lenda conta a história de Maria Rufina, que foi pecar com seu marido e filhos no baixo rio Mucajaí. 


Ilustração
Ronaldo Ramos Moura

Informações complementares 

A lenda da Rufina faz referência a fatos que aconteceram, segundo relatos dos moradores, a 52 km da capital de Boa Vista, em meados de 1945, envolvendo uma senhora cabocla que gostava de pescar com seus familiares. 

O livro é resultado do trabalho realizado pelos acadêmicos do curso de Letras da Universidade Estadual de Roraima, sob a coordenação da professora Maria Georgina (organizadora), com o intuito de refletir sobre a importância das lendas como instrumento de conservação da imaginação e criatividade dos antigos moradores do Município de Mucajaí, que cultivavam o hábito de contar histórias à luz de lamparina e que se perdeu com que o advento da luz elétrica e a chegada da televisão. O livro de literatura infantojuvenil registra a primeira dentre tantas lendas contadas no município.

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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Roraima: livros artesanais

Conheça algumas iniciativas em Roraima que não dependem de editora tradicional para tornar possível a publicação de livros literários: 


Maricota Cartonera 

Lançado em 2016 pela poeta Zanny Adairalba, o selo editorial independente ‘Maricota Cartonera’ é a primeira editora cartonera de Roraima. O selo independente tem como finalidade difundir a produção literária alternativa de forma sustentável, a partir da reutilização do papelão para a encadernação de livros. A editora publicou livros artesanais da própria idealizadora do selo, além de outros autores. 

Na técnica cartonera, a capa do livro é feita artesanalmente, com caixa de papelão reutilizada, pintada e costurada à mão. O conteúdo interno é o mesmo em todos os livros, mas as capas nunca se repetem, o que torna cada exemplar único. 

A primeira obra lançada foi o livro de poemas 'Carrossel Agalopado' (2016), de Zanny Adairalba. Também lançada pela editora, a antologia ‘Palavradeiros’ reuniu poemas e contos finalistas do Concurso Literário Aldenor Pimentel 2016, atual Concurso Literário Internacional Palavradeiros, além de textos de escritores convidados. 


Neto Freitas 

Nascido em Boa Vista, o poeta e acadêmico de Letras/Literatura da Universidade Federal de Roraima (UFRR) Neto Freitas fez, com as próprias mãos, os seus dois livros: ‘Poemas sociais, regionais e banais’ (2017) e ‘Resistirmos’ (2018). 


Coletivo Ecoecoa 

Formado pelos escritores gaúchos Manatit e Mishta Ecoaecoa, o coletivo produziu de forma independente dez livretos no premiado projeto RPG Comunativo. Recentemente, lançou a trilogia poética ‘Sem Início Sem Fim’, composta pelas obras: ‘Chile Verde’, ‘Poemas Insones’ e ‘Silvo de Silêncio’.

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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Regulamento do III Concurso Literário Internacional Palavradeiros (2018)

Regulamento 
III Concurso Literário Internacional Palavradeiros 

1. DOS OBJETIVOS 

1.1. O III Concurso Literário Internacional Palavradeiros, evento promovido pelo Espaço de Leitura e Pesquisa em Artes Aldenor Pimentel, do Espaço Cultural Harmonia e Ritmo, tem por objetivo incentivar a produção literária e descobrir novos talentos da literatura brasileira, em especial roraimense; 

1.2. Esta edição homenageia as professoras pesquisadoras Cátia Wankler e Carmem Spotti, por sua atuação para o desenvolvimento da literatura de Roraima, por meio da docência no ensino superior e da pesquisa acadêmica. 

2. DAS PARTICIPAÇÕES 

2.1. Poderá concorrer qualquer pessoa, independente de nacionalidade e local onde more, com obras inéditas, em Língua Portuguesa, desde que observem as exigências de cada categoria; 

2.2. A publicação em blogs pessoais e redes sociais não invalida o ineditismo; 

2.3. Fica vetada a participação de membros das Comissões Organizadora e Julgadora. 

3. DAS CATEGORIAS E TEMAS 

3.1. Categoria Poesia: tema livre; 

3.1.1. A categoria Poesia será restrita a alunos de escolas de ensino fundamental e médio de Roraima; 

3.2. Categoria Conto: a categoria é aberta à participação de qualquer pessoa, independente de idade. O tema é livre, desde que a história seja ambientada na área urbana de Roraima; 

4. DAS INSCRIÇÕES 

4.1. As inscrições estarão abertas de 15 de novembro até 23h59 de 30 de novembro de 2018; 

4.2. Somente serão aceitas inscrições via correio eletrônico, endereçadas a aldenorpimentel@gmail.com, com o texto literário escrito em anexo, em formato .doc ou .docx; 

4.3. Para a categoria Poesia, devem ser informados no corpo do e-mail: título do poema, nomes completo e artístico do(a) poeta, categoria, escola, cidade, telefone de contato do(a) aluno(a), nome, telefone e e-mail do(a) representante legal do(a) aluno(a). A inscrição pode ser feita por representante do(a) aluno(a); 

4.4. Para a categoria Conto, devem ser informados, no corpo do e-mail: título do conto, nomes completo e artístico do(a) contista, categoria, cidade, Estado, país, telefone de contato, breve currículo ou texto de apresentação resumido; 

4.5. Cada participante só poderá concorrer com um único trabalho em cada categoria; 

4.6. Os poemas devem ter até 25 versos (linhas efetivamente escritas) e os contos, até 2.000 (dois mil) caracteres, com espaço. 

5. DO JULGAMENTO 

5.1. Não caberá recurso à decisão da Comissão Julgadora; 

5.2. A Comissão Julgadora poderá conceder Menção Honrosa para um ou mais trabalhos, se assim julgar necessário; 

6. DO RESULTADO E DA PREMIAÇÃO 

6.1. O resultado será comunicado por e-mail aos inscritos em data anterior à premiação; 

6.2. O resultado final será divulgado publicamente até o dia 14 de dezembro de 2018; 

6.3. Será concedida premiação aos três primeiros colocados de cada categoria, conforme abaixo: 

6.3.1. Categoria Poesia 

Do 1º ao 3º lugar: kit de livros. 



6.3.2. Categoria Conto 

1º lugar: R$ 75,00; 

2º lugar: R$ 50,00; 

3º lugar: R$ 25,00. 



6.4. Poderá ainda ser concedida premiação complementar, conforme possibilidades do concurso e deliberação da Comissão Organizadora; 

6.5. A premiação será realizada, em Boa Vista-RR, na data provável de 14 de dezembro de 2018; 

6.6. Os trabalhos vencedores poderão ser apresentados, no todo ou em parte, na solenidade de premiação, pelo(a) autor(a) ou por terceiros, indicados pela Comissão Organizadora. 

7. DISPOSIÇÕES GERAIS 

7.1. As datas previstas neste regulamento podem ser alteradas, a qualquer momento, pela Comissão Organizadora; 

7.2. A inscrição implica automaticamente a aceitação das condições deste regulamento, bem como a autorização para a publicação das obras inscritas em quaisquer suportes que a Comissão Organizadora julgar conveniente. Portanto, o(a) autor(a) assume total responsabilidade pela autoria, podendo responder por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos em lei; 

7.3. Os premiados concordam e permitem a divulgação de seus nomes e imagens para a divulgação do concurso, sem qualquer ônus para os realizadores; 

7.4. A premiação citada no item 6.3 inclui o pagamento de direitos autorais para o caso de publicação, em forma de livro, dos textos literários finalistas deste concurso; 

7.5. Os vencedores que não puderem estar presentes na solenidade de premiação terão 30 (trinta) dias para pegar o kit de livros referentes à premiação, quando for o caso, no endereço fornecido pela Comissão Organizadora; 

7.6. Caso o vencedor não forneça à Comissão Organizadora as informações necessárias para a entrega da premiação em dinheiro, tais como conta bancária, no prazo de 15 (quinze) dias, a contar da data de solicitação formal após a divulgação do resultado final, perderá o direito ao prêmio; 

7.7. Somente será realizado depósito/transferência do prêmio citado no item 6.3 para conta de banco localizado no Brasil, ou seja, que não exija transferência internacional, mesmo no caso de residentes em outros países; 

7.8. O não cumprimento de qualquer item do regulamento implicará desclassificação automática da obra inscrita; 

7.9. A Comissão Julgadora poderá não atribuir qualquer dos prêmios desde que considere haver falta de qualidade nos trabalhos apresentados; 

7.10. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora. 


A versão em pdf do regulamento pode ser baixada aqui.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Concursos literários de Roraima

A história de Roraima tem bons exemplos de concursos literários, de iniciativa governamental e independente. A maioria permanece apenas na lembrança; outros ainda insistem em existir. Abaixo, alguns deles:


Concurso de Contos Contados 

Realizado pela primeira vez em 1994, pela Biblioteca Pública (divisão do então Departamento de Cultura da Secretaria de Estado da Educação), em parceria com a Academia Roraimense de Letras, tinha as categorias Infantil, Juvenil e Adulto. 

As apresentações eram no então ativo Teatro Carlos Gomes. Houve ainda a publicação de pelo menos duas antologias dos contos finalistas, referentes às edições de 1994 e 1995. 

Entre as revelações do concurso estão nomes como Thiago Sardenberg, que depois publicou o romance ‘No abismo da paixão’, se formou em Cinema e dirigiu o filme Bromance. 


Conpoesi 

O Concurso Sesi de Poesia (Conpoesi) tinha as categorias Infanto-Juvenil e Adulto e as modalidades Escrita e Interpretação. Em 2013, realizou sua 15º edição. Chegou a publicar pelo menos três antologias dos poemas finalistas. O livro de 2005, por exemplo, reúne os textos das edições de 2001 a 2004 do concurso. 

Entre as revelações está o poeta Francisco Alves Gomes, que posteriormente publicou três livros de poemas e um de contos. 


Concurso Literário Palavradeiros 

Realizado em 2016, ainda com o nome de Concurso Literário Aldenor Pimentel, hoje o Concurso Literário Internacional Palavradeiros vai para a sua terceira edição. 

Tem as categorias Conto e Poesia. Nas duas edições publicou antologia, impressa ou digital, com os textos finalistas. 

Entre as revelações do concurso está o escritor Gabriel Alencar, posteriormente premiado em outros concursos literários brasileiros, além de ter selecionado para publicação textos de sua autoria em revistas literárias. 
...

Outros concursos literários já realizados em Roraima são o Concurso de Poesia Falada de Boa Vista, promovido na década de 80 pelo Departamento de Cultura da Secretaria Municipal de Educação; o Prêmio de Literatura Sesc-RR 2010, que publicou antologia, além do Concurso Literário Infanto-juvenil Sesc-Roraima, que em 2009 lançou antologia com os poemas e conto finalistas e classificados na 9ª edição; o I Concurso Cultural do Coletivo Arteliteratura Caimbé (2010), atualmente Coletivo Caimbé; o Concurso Jaider Esbell de Criação Literária, que teve pelo menos três edições, a mais recente em 2016; e o Concurso Roraimense de Poesia Universitária/Concurso Roraimense de Poesia Juvenil, do Programa de Educação Tutorial – PET-Letras da Universidade Federal de Roraima (UFRR), que já tem duas edições, a mais recente em 2018, e publicou antologia com os poemas finalistas.

Vc participou de algum desses concursos literários?
Sabe de outros promovidos em Roraima?
Deixe seu comentário!

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